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| * RABISCOS POÉTICOS & CIA * |

O MAR EM MIM...
Hoje encontrei respostas:
na chuva que não choveu,
no frio que não senti,
naquilo que observei e também no que não vi.
O mar levou e lavou minha história em suaves ondas,
murmurou segredos que só eu ouvi.
Com os pés na areia,
encontrei-me novamente.
Hoje o mar mora em mim!
E navego em águas mansas,
como um barquinho de papel.
Assim, sigo o lirismo do vento...
mar adentro, dentro de mim!
Esta é minha vida, simples assim.
By Kátia Storch
Obrigada pelo afeto amigos(as) !
Cada palavrinha deixada aqui,
está guardada em mim.
Fiquem com DEUS !!!
Escrito por Claricce Storch às 23h04
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CANSAÇO
Tenho andado assim, achando que minha voz não encontra eco. Não é por falta de esforço, sou lutadora. Perco as contas das vezes que andei sangrando, mas sempre pra frente! Não sei o que falta para que eu consiga colocar mais amor, paz, perdão em alguns corações de pessoas que amo tanto. No entanto, embora continue acreditando nos meus sonhos, nos preceitos de Deus, sinto-me cansada. A vontade é de sentar numa calçada e continuar a chorar. Impotência! Sim, me sinto impotente diante da dor humana. Queria poder ver aqueles que eu amo, sorrirem novamente. E mesmo os que jamais vi, sorrindo para a vida! Me perdoem este desabafo, acho até que nunca o fiz aqui. Sempre escolho o caminho do riso e da poesia. Mas tenho andado ausente e precisava que vocês entendessem o por que disto. Mas sei que logo passa, que logo estarei novamente colocando em ação as minhas próprias palavras, que são feitas da mais pura verdade do meu coração. Afinal, sou filha de DEUS, que não me criou para ser vazio e sim, um ser humano que luta e crê na bondade, no amor e no equilíbrio. Mas estou cansada...mas vai passar.
Beijos Ternos, Kátia
*** Na foto, euzinha.
Escrito por Claricce Storch às 14h27
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NÓS, JARDINEIROS SIM !
Desdenho a mão que não acolhe aquele a quem diz gostar / muito mais admiro um estranho que se pode amar. / Desdenho a fome e suas condições miseráveis / que atropela a dignidade e faz dos homens vivos, mortos.
Que mundo é este que encontramos pelas ruas?
Sementes secas, ruas cheias, bancos vazios,
pássaros sem voz, crianças sem pais e
corações sem amor?
Homens! Exalto num grito cheio de lamento / implorando flores pelas ruas e / amor nos corações.
Minha voz grita só? Onde estão os outros?
Vejo o espelho calado e num frágil momento
penso que posso, que podemos, ser jardineiros.
Cavemos a terra então! Tiremos os entulhos!
Plantemos as sementes! Tiremos nosso orgulho!
Faremos um novo mundo, uma nova moradia.
Terra que será jardim para todos / com bancos ocupados e bons bate-papos. / Creio que Jesus, invisivelmente, estará ao nosso lado.
Jardineiros, cavemos a terra então!
Um ode ao nosso novo jardim,
Um ode à PAZ!!!
By Kátia Storch
Beijos Ternos aos meus amigos Jardineiros!
Escrito por Claricce Storch às 18h50
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SAUDADES
Parece tanto tempo o tempo que passou
no entanto penso que em mim pouco mudou.
Ainda vejo a vida com olhos de esperança
mesmo que ás vezes meus olhos se turvem.
Tantas meninices que para mim eram normais,
tantas risadas sem sentido mais tão felizes!
Como estão longe e ao mesmo tempo
aqui tão perto de mim
tantos sentimentos bons...
Hoje minhas risadas às vezes sufocadas
pedem saída de dentro do meu peito.
Onde foram parar vocês
que mudaram-se para tão longe?
A saudade é enorme, das nossas gargalhadas.
Època tão infindável e clara dentro de mim.
E fora, um vazio sem fim.
Horas soltas de saudades.
By Kátia Storch

Saudades...
Escrito por Claricce Storch às 12h13
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